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Vacina contra sarampo pode ser aplicada em adultos e crianças

O Brasil registra atualmente um novo surto de sarampo. No início de julho, Rondônia contabiliza 200 casos confirmados e duas mortes; o Amazonas, 263 casos; o Rio Grande do Sul, sete, e o Rio de Janeiro, quatro. O aumento dos índices de vacinação é importantíssimo para controlar a doença.

 Sobre a vacinação

 A vacina contra o sarampo ou é a tríplice-viral, que previne a doença, a caxumba e a rubéola; ou a tetraviral, que imuniza contra sarampo, caxumba, rubéola e catapora. A oferecida na rede pública é a tríplice-viral.  Geralmente, a primeira dose é aplicada aos 12 meses de vida e a segunda entre os 15 e os 24 meses. No entanto, quem ainda não foi vacinado pode tomar uma dose única em qualquer fase da vida. Só não é recomendada a vacinação para gestantes, crianças menores de seis meses e pessoas imunocomprometidas.

 O sarampo

Fonte: Fiocruz

Doença causada por um vírus, mais comum na infância, e que está erradicada no Brasil desde os anos 1990, apesar dos surtos pontuais.

Os sintomas iniciais são: febre acompanhada de tosse persistente, irritação ocular, coriza e congestão nasal, além de mal-estar intenso. Após, há o aparecimento de manchas avermelhadas no rosto, que progridem em direção aos pés, com duração mínima de três dias. São comuns lesões muito dolorosas na boca. A doença pode ser grave, com acometimento do sistema nervoso central e complicações como infecções secundárias (pneumonia, por exemplo) que chegam a levar à morte.

A transmissão ocorre diretamente, de pessoa para pessoa, geralmente por tosse, espirro, fala ou respiração. Além de secreções respiratórias ou da boca, também é possível se contaminar através da dispersão de gotículas com partículas virais no ar, que podem perdurar por tempo relativamente longo no ambiente, especialmente em locais fechados como escolas e clínicas.